domingo, 17 de abril de 2022

A SUFICIÊNCIA DA MORTE DE CRISTO

 A Suficiência da Morte de Cristo

Isaías 53:11, “Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; ...”

Missionário Calvin Gardner

 

I.                   O Trabalho da Alma de Cristo

Foi necessária a morte de Cristo no lugar do pecador.  Compreendemos o pecado é o motivo que levou Cristo a morrer pelo pecador pelas descrições claras que a Bíblia fornece.  Na Palavra de Deus, o pecado é descrito como sendo a ausência de justiça ou coisa boa e como toda a imundícia e superfluidade de malícia.  É também descrito como um recém nascido abandonado na sua imundícia; um corpo morto, um enfermo com doenças abertas e imundas, a gangrena e um sepulcro aberto.  Entendemos o desprezo que Deus tem pelo pecado quando lemos que não há nenhuma verdade nele, sendo comparado ao vomito de cães e à lama dos porcos e até ao pano imundo das feridas de um leproso.

 

Para que ninguém tenha dúvidas sobre este assunto, o Apóstolo João diz, pela inspiração do Espírito Santo, que quem peca “é do diabo”, convencendo-nos claramente que o pecado, em todas as suas considerações, é terrível, abominável e diabólico.  Pelas descrições claras e marcantes da Palavra de Deus, entendemos sem a menor dúvida o que levou Cristo à morte de Cristo, tornando real a salvação.

 

Entendemos o que é pecado e aquilo que levou Cristo a morrer no lugar do pecador pode ser melhor entendido pela observação dos frutos podres do pecado.  Jesus disse: pelos frutos conhecerá a árvore pois “não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons”.  Tiago pergunta: “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” e também, “pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos?” Em face à evidente clareza da lógica, Tiago resume: “Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce. 

 

À vista de tais verdades, podemos examinar os frutos podres e as obras vergonhosas do pecado e, com isso, entender melhor a sua natureza e o tipo de preço que foi pago por ele.  A obras do pecado estão listadas várias vezes pela Bíblia, dando-nos um entendimento da podridão que é o pecado.  Aquele ser que foi feito pela própria mão de Deus na Sua própria imagem, o superior de tudo que se achava na terra é agora, como resultado do pecado, um adúltero e homicida. O pecado fez com que esse ser glorioso viesse a ser uma vergonha  e a não ter nenhum traço da glória de Deus (Isaías 64:6; Rom 3:23, “destituídos estão da glória de Deus”). Foi por causa do pecado que o homem, criado reto e bom, tornou-se maldito e cheio de astúcias.  O homem, por ser criatura de Deus, tem o dever de temer, honrar, obedecer e dar glória a Ele  mas, agora, por causa do pecado, é servo de Satanás e da sua própria concupiscência, e  em vez de dar ao Criador toda a honra que Lhe é divida, anda em auto-suficiência. Foi o pecado que fez aquele que foi feito para gozar a presença de Deus chegar a conhecer a morte e a separação de Deus  e fez com que este tornasse uma afronta à santidade de Deus.  Entendemos claramente o que é o pecado quando os seus efeitos são examinados.  Não apenas alguns, mas todos os homens estão sob esses efeitos deploráveis.  Se pelos frutos conhecemos a árvore é conhecido, pelas conseqüências do pecado entendemos o que ele realmente significa.

 

Entendemos o que é o pecado e o que levou Jesus a morrer pelo estudo do fim terrível do pecado.  Aquilo que é contra a justiça e a santidade divina; aquilo que opera ativamente contra o onipotente Deus, pode apenas provocar o antagonismo do justo e poderoso Deus.  É esse fim que o pecado gera: a ira do eterno e santo Deus.  Aquele que é o amigo do mundo tornou-se automaticamente o inimigo de Deus.  É esse o fim do pecado: a “inimizade contra Deus”.  Aquele que resiste a justa autoridade de Deus será, sem misericórdia, reduzido a pó. Somente os que negam o que declara claramente a Bíblia, o testemunho da natureza  e da lei escrita no coração de todo homem  estão em dúvida ainda hoje sobre o que merece todo pecado.  A verdade resumida é: “A alma que pecar, essa morrerá”.

 

Quando a época da graça se findar, vemos pelas Escrituras o eterno fim do pecado.   Para todo pecador que não tem os pecados lavados pelo sangue de Cristo, o seu fim é: ser lançado fora da presença misericordiosa de Deus no lago de fogo (Apoc 20:12-15).  Estes nunca poderão entrar na cidade celestial.  Essa separação é uma separação da misericórdia e da benignidade de Deus, que agora está no mundo (Rom 2:4; Isaías 48:22, “Mas os ímpios não têm paz, diz o SENHOR.”). Essa separação é de ter uma existência eterna conhecendo somente a ira eterna, a maldição e o juízo justo de Deus.  A eterna e infinita ira de Deus é “sobre toda a impiedade e injustiça dos homens.  A eterna e infinita maldição de Deus é para “todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”.  O juízo de Deus é segundo a verdade sobre os que fazem a abominação do pecado.  Pelo fim terrível do pecado podemos entender o que é o pecado e o que levou Cristo a morrer.

 

II.                A Alma de Cristo

O imensurável amor de Deus por Seu povo determinou a necessidade de um grande Salvador do pecado.  O próprio Filho de Deus, o Jesus Cristo, é quem Deus sabiamente determinou ser o Único Meio que nos leva a Ele (João 14:6).

 

Cristo foi o amado de Deus, mesmo antes de nascer na cidade de Belém.  “Desde o princípio” Cristo ocupava a posição de ser “as delícias” de Deus ou Aquele em “quem se apraz a minha alma”. Não é surpresa então que “Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito”.

 

No tempo oportuno, Cristo “se fez carne” para ser como o pecador em tudo, mas sem pecado.  É entendido que Cristo sofreu as limitações da carne em que Ele nasceu pois Ele crescia em estatura  e sujeitou-se aos pais.  Como homem, Cristo experimentou cansaço precisou de dormir, sofreu a sede, a fome, a emoção (chorou – João 11:35; compaixão - Mat. 9:36); e padeceu das nossas fraquezas conhecendo as fortes dores da vida terrestre e a tentação satânica.  A sua qualidade de homem foi declarada de vez quando Ele foi ferido e morreu.  Pelo fato de Cristo tornar-se carne, Deus ficou satisfeito com o trabalho da sua alma feito no lugar do homem pecador.  Ele é o único substituto do homem (“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; ... Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossa iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele ... o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”, Isaías 53: 4-6). Por Cristo ter morrido por nós [“morreu por nós” (Romanos 5:6-8)] e ter sido feito pecado por nós (II Cor 5:21), toda a obra destruidora do pecado foi desfeita e vencida. Agora, quando um homem crê arrependido em Cristo pela fé, tem a remissão de todas as suas ofensas (Efés. 1:7; Col. 1:14).  Sendo a alma do próprio Cristo que faz tal trabalho, o Santo Deus se satisfaz eternamente.

 

III.             Deus Satisfeito com o Trabalho da Alma de Cristo

Deus é completamente satisfeito pelo trabalho da alma de Cristo.  Não resta nada que o pecador arrependido e crente em Cristo faça para contentar Deus para a sua salvação, seja nesta terra agora ou no céu pelo futuro.  Cristo, por sua ressurreição, aniquilou o diabo, que tinha o império da morte, e é aceito eternamente pelo Pai em glória.  Pelo fato de a obra de Cristo ser suficiente a Deus em tudo e para todo o sempre, proclama-se que “em nenhum outro há salvação” (Atos 4:12).  A salvação é exclusivamente por Cristo, pois a Bíblia, pela inspiração do Espírito Santo, declara que “ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (I Cor. 3:11).

 

Cristo é o Salvador exclusivo para todo e qualquer homem que venha a se arrepender dos pecados e crer pela fé nEle. É fiel e digna de toda aceitação a palavra que diz que “Cristo veio salvar o pecador” (I Tim 1:15).  Se você se vê como um sujo pecador e condenável diante de Deus, olhe a Cristo e a ninguém outro (“ninguém vem ao Pai senão por Mim.”, João 14:6).  Não procure um outro mediador ou mediadora pois há um somente, o próprio Jesus Cristo (I Tim 2:5,6).  Por ser Cristo o próprio Deus que se fez carne no lugar dos pecadores, Ele é o único que pode “levar-nos a Deus” (I Pedro 3:18).  A sua posição exclusiva é entendida pelo fato de que a Cristo, o único exaltado soberanamente, dobrar-se-á todo o joelho nos céus e na terra, e debaixo da terra, para glória do Deus Pai (Fil. 2:9-11).   Não existe nenhum outro ser angélico, humano ou espiritual para receber tal honra.  Satisfaça-se com Quem Deus se satisfaz completa e eternamente.

 

IV.  A Aplicação

Deus já deu o Seu Unigênito Filho, Jesus Cristo.  O trabalho da Sua alma resulta uma redenção eterna para todos que venham exclusivamente a Cristo pela fé (Hebreus 9:12; Romanos 5:1; 8:1).  O sacrifício necessário pelo pecado nunca mais será dado novamente.  A mensagem agora a todos os homens e em todo lugar é: Arrependa-se e creia em Cristo (Atos 16:31; 17:30).  Todos os que são cansados da escravidão dos seus pecados são mandados a virem a Este Cristo que satisfaz O Santo Deus. 

 

Você, que deseja beber dessa fonte de vida, venha e beba!  Venha se arrependendo da sua inimizade contra Deus; clama pela misericórdia de Deus; confie pela fé no sacrifício de Cristo, que agrada completa e eternamente o Pai.  A sua salvação eterna é a promessa divina (João 3:16).  A fé necessária para agradar Deus vem do próprio Deus.   Se você deseja tal obra de Deus por Cristo, clama a Deus que Ele tenha misericórdia e ajude a sua incredulidade (Mar 9:24).

 

Deus não pede intenção boa obra humana nenhuma, pleno entendimento, esforço futuro qualquer ou intermediários de religião: Cristo é completamente satisfatório a Deus. Cristo satisfaz Deus completamente.  Ele satisfaz você na mesma medida?

 

Este imenso sacrifício que Deus deu para que o homem pecador fosse salvo, não necessita de nenhuma melhora do homem.  O que o homem precisa é clamar a Deus pela graça para confiar em Cristo Jesus para possuir essa justiça de Deus (II Cor. 5:21). 

 

É necessário saber que é desrespeito grosso aquele ensino que infere que a mãe de Jesus é necessária mediar o sacrifício de Cristo, agraciar o pecador para vir a Cristo ou em qualquer maneira interceder o sacrifício de Cristo em prol de algum pecador.  O sacrifício da pessoa de Cristo tem o suficiente diante de Deus para salvar por toda a eternidade qualquer pecador sem nenhuma participação de Maria.  É o Espírito Santo que traz o pecador a Cristo e nenhum meio humano.  O pecador que espera que a Maria, um apóstolo, ou outra pessoa facilitar a sua posição diante de Deus faz desrespeito a Jesus Cristo, o Único Mediador entre nós e Deus.  Quem confia na mínima parte em Maria ou outra pessoa, ainda jaz debaixo da ira de Deus por rejeitar, até numa mínima parte, Aquele que Deus deu para ser o Salvador completo.  Ninguém vem a Deus senão somente por Cristo (João 14:6).

 

Finalmente é heresia gritante o ensino que a obediência sincera da Palavra de Deus ou uma experiência extraordinária possa de alguma forma aperfeiçoar o que Cristo fez no lugar do pecador.  Nenhuma ordenança eclesiástica ou experiência espiritual pode selar, concluir, firmar ou outra maneira terminar o que Deus já completou no Seu Filho.  Cristo, sozinho, é o autor e consumador da fé verdadeira em todos os tempos.  E é por Cristo somente que o pecador arrependido é feito justo diante de Deus (Hebreus 12:2; II Cor. 5:21).  Quando o sacrifício de Cristo, pela fé, é aplicado aos pecados do pecador, Deus verá o trabalho da sua alma e ficará satisfeito.  Satisfaz você a limitar-se a Cristo?

 

Bibliografia

BERKHOF, L. Systematic Theology. Grand Rapids, Wm. B. Eerdmans Publishing Company, 1972.

BÍBLIA SAGRADA. São Paulo, São Paulo, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1994.

M’DONALD, JOHN. Mariolatry: Rome’s Doctrine of “Mary”. Norwalk, Agape Chapel Ministries, sd, http://www.geocities.com/njbibile

PINK, ARTHUR W. Enormity. Ames, International Outreach, Inc., sd.

STRONG, JAMES LL.D., S.T.D. Abingon’s Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible. Nashville, Abingdon, 1980.

 

Arquivo: suficienciadamortedecristo.doc/studies/special/assuntos/12Out00/Catanduva, São Paulo

sábado, 16 de abril de 2022

A DIVINDADE DE JESUS É BÍBLICA?

Muitos pergunta: “É Bíblica a divindade de Cristo?” Resposta: Além das próprias afirmações de Jesus a respeito desi mesmo, Seus discípulos também reconheceram a divindade de Cristo. Eles afirmaram que Jesus tinha o direito de perdoar pecados – algo que somente Deus pode fazer, uma vez que é Deus quem se ofende com os pecados (Atos 5:31; Colossenses 3:13; compare com Salmos 130:4; Jeremias 31:34). Em íntima relação com esta última afirmação, se diz que Jesus é aquele que vai “julgar” os vivos e os mortos (II Timóteo 4:1). Tomé clamou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu!” (João 20:28). Paulo chama Jesus de “grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tito 2:13), e mostra que antes de vir em carne Jesus existia na “forma de Deus” (Filipenses 2:5-8). O escritor aos Hebreus diz, a respeito de Jesus: “Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos” (Hebreus 1:8). João afirma que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo [Jesus] era Deus.” (João 1:1). Nas escrituras, os exemplos que ensinam sobre a divindade de Cristo poderiam se multiplicar (veja Apocalipse 1:17; 2:8; 22:13; I Coríntios 10:4; I Pedro 2:6–8; compare com Salmos 18:2; 95:1; I Pedro 5:4; Hebreus 13:20), mas apenas um desses exemplos é suficiente para mostrar que Cristo teve sua natureza divina reconhecida por Seus seguidores. Jesus também recebeu títulos que são únicos de Yahweh (o nome formal de Deus) no Velho Testamento. “Redentor”, título usado no Velho Testamento (Salmos 130:7; Oséias 13:14), também o é no Novo Testamento (Tito 2:13; Apocalipse 5:9). Jesus é chamado Emanuel (Deus conosco) em Mateus 1). Em Zacarias 12:10, é Yahweh quem diz: “e olharão para mim, a quem traspassaram”. Mas o Novo Testamento aplica isto à crucificação de Jesus (João 19:37; Apocalipse 1:7). Se é Yahweh quem é transpassado e olhado, e Jesus foi aquele que foi transpassado e olhado, então Jesus é Yahweh. Paulo interpreta Isaías 45:22-23 como que aplicando a Jesus em Filipenses 2:10-11. Indo mais além, o nome de Jesus é usado lado a lado com Yahweh na oração “Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo” (Gálatas 1:3; Efésios 1:2). Tal seria blasfêmia se Cristo não fosse divino. O nome de Jesus aparece com o de Yaweh no mandamento de Jesus para que se batize “em nome [singular] do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19;veja também II Coríntios 13:14). Em Apocalipse, João diz que toda a criação louvava a Cristo (o Cordeiro) – então Jesus não é parte da criação (5:13). Ações que podem ser conseguidas somente por Deus são creditadas a Jesus. Jesus não somente ressuscitou os mortos ( João 5:21; 11:38-44), e perdoou pecados (Atos 5:31; 13:38), Ele criou e sustenta o universo (João 1:2; Colossenses 1:16-17)! Este argumento se torna ainda mais convincente quando consideramos que Yahweh disse que Ele estava sozinho durante a criação (Isaías 44:24). Além disso, Cristo possui atributos que somente a divindade pode ter: eternidade (João 8:58), onipresença (Mateus 18:20, 28:20), onisciência (Mateus 16:21), onipotência (João 11:38-44). Agora, uma coisa é afirmar ser Deus ou enganar alguém para que acredite que isto é verdade, e outra coisa bem diferente é provar que isto é verdade. Cristo ofereceu como prova de sua afirmação de divindade muitos milagres e até ressuscitou dentre os mortos. Alguns milagres de Jesus incluem tornar água em vinho (João 2:7), andar sobre as águas (Mateus 14:25), multiplicar objetos físicos (João 6:11), a cura do cego (João 9:7), do paralítico (Marcos 2:3) e doentes (Mateus 9:35; Marcos 1:40-42), e mesmo até ressuscitação de pessoas dentre os mortos (João 11:43-44; Lucas 7:11-15; Marcos 5:35).Além de tudo isto, o próprio Cristo ressuscitou dentre os mortos. Bem diferente dos denominados deuses da mitologia pagã, que morrem e se levantam, nenhuma outra religião alega a ressurreição – e nenhuma outra afirmação tem tanta comprovação extra-escrituras. De acordo com o Dr. Gary Habermas, há pelo menos 12 fatos históricos que até mesmo especialistas não-cristãos admitem: 1. Jesus morreu por crucificação. 2. Ele foi sepultado. 3. Sua morte causou nos discípulos desânimo e desesperança. 4. A tumba de Jesus foi achada (ou afirma-se que foi achada) vazia alguns dias depois. 5. Os discípulos creram ter vivenciado as aparições de Jesus ressuscitado. 6. Depois disto, os discípulos passaram de incrédulos a crentes corajosos. 7. Esta mensagem foi o tema central das pregações da igreja primitiva. 8. Esta mensagem foi pregada em Jerusalém. 9. Como resultado desta pregação, a Igreja nasceu e cresceu. 10. O dia da ressurreição, Domingo, substituiu o “Sabbath”, dia de repouso (Sábado) como dia principal de adoração. 11. Tiago, um cético, se converteu quando também creu ver Jesus ressuscitado. 12. Paulo, inimigo do Cristianismo, se converteu através de uma experiência a qual creditou ser a aparição de Jesus ressuscitado. Mesmo se alguém fizesse objeção a esta lista específica, apenas poucos itens são necessários para provar a ressurreição e estabelecer o evangelho: a morte, sepultamento, ressurreição e aparições de Jesus (I Coríntios 15:1-5). Enquanto pode haver teorias para explicar um ou dois dos fatos acima, apenas a ressurreição explica e dá conta de todos eles. Os críticos admitem que os discípulos afirmaram ter visto Jesus ressuscitado. Nem mentiras ou alucinações podem transformar as pessoas como o fez a ressurreição . Primeiro, o que teriam lucrado com isto? O Cristianismo não era popular e certamente eles não ganharam nenhum dinheiro com isso. Segundo, mentirosos não dão bons mártires. Não há melhor explicação do que a ressurreição para o desprendimento dos discípulos em sofrer mortes horrendas por sua fé. Sim, muitas pessoas morrem por mentiras que crêem ser verdade, mas ninguém morre pelo que sabe não ser verdade. Concluindo: Cristo alegou ser Yahweh, Ele era divino (não apenas “um deus”- mas o Deus Verdadeiro. Seus seguidores (Judeus que teriam pavor à idolatria) creram nEle e a Ele se referiram como tal. Cristo provou suas afirmações de divindade através de milagres, incluindo a ressurreição, que modifica o mundo. Nenhuma outra hipótese pode explicar estes fatos.

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