sábado, 11 de dezembro de 2010

MENSAGEM DO ALAN (...E NÃO DO ALÁ!)

Atualíssima mensagem e de grande necessidade para os dias de hoje!
Essa eu "pesquei" lá no GENIZAH, onde Alan Brizotti é um dos colaboradores.
Assino em baixo e concordo com TUDO o que aqui está dito!!!

Pr. Sérgio Aparecido Dias



Coisas que Deus nunca prometeu

Alan Brizotti

A lista das coisas que Deus nunca prometeu é enorme. A criatividade duvidosa dos vendedores da fé ultrapassa todos os limites. Prometem o que Deus nunca prometeu, vendem o que Ele nunca comprou e dizem - em nome de Deus - o que o próprio jamais disse. Esse é o estelionato religioso, produto mercadológico dos "irmãos Metralhas" da celestialidade bandida.

Quantas vezes você já ouviu um pregador prometer milhões de coisas antes de pregar? Aí pergunto: e se Deus não quiser fazer nada naquela noite? Quem poderá forçá-lo a fazer? Por causa do surto milagromaníaco que invade as igrejas/empresas da autoajuda sagrada de hoje, esses camelôs eclesiásticos insistem em vender quinquilharias religiosas aos moribundos psicológicos que frequentam os shoppings/templos cotidianos.

Virou mania chamar para si prerrogativas divinas. Já não basta ser apenas um homem de Deus, é preciso ser uma espécie de super-herói, de quebra-galhos divino, um mágico celestial que confunde Deus com um gênio da lâmpada. Muitos preferem ser uma espécie de anjo Gabriel com surto de idiotice a ser gente de Deus andando na terra sobre o chão da humildade.

Deus nunca prometeu facilidades. A vida cristã é caminho de cruz. É andar nas trilhas íngremes das tribulações. É aprender a morrer. Jesus chama seus discípulos e avisa: "Vou rogar ao Pai e ele vai enviar outro Consolador" (Jo. 14. 16). Ora, consolo não é para quem está na festa, no shopping ou no parque de diversões, mas para quem está no luto, na crise, na dor. Essa é a promessa que Jesus fez: Preparem-se para as perdas! O Consolador é uma certeza!

Deus nunca prometeu sucesso em tudo. Principalmente o sucesso sob o ponto de vista da sociedade estranha de hoje. Sucesso para Deus é um retorcido numa cruz salvando o mundo de seus pecados! A lista das bem-aventuranças mostra o tipo de gente que Jesus abençoou com o adjetivo "Felizes": pobres de espírito, os que choram, mansos, famintos e sedentos por justiça, misericordiosos, puros de coração, pacificadores, sofredores e os injuriados e perseguidos pela causa de Cristo (Mt. 5. 3-11). Ou seja, dessa lista exclui-se grande parte dos líderes religiosos dessa igreja/circo da atualidade.

Deus nunca prometeu uma série de outras coisas que se inventam todos os dias nas igrejas. Por exemplo, ele nunca prometeu compensação imediata em troca das ofertas (o próprio termo "ofertar" já implica um doar desinteressado). Ofertas, na Bíblia, sempre vêm acompanhadas de sacrifício (viúva pobre, por exemplo (Lc. 21. 1-4)). Hoje, oferta-se não mais com a dor do sacrifício, mas com a ansiedade do retorno. Já não é oferta, mas investimento no banco da celestialidade.

Não quero as promessas dos empresários de deus. Quero permanecer firme nas promessas do meu salvador. Principalmente na maior de todas: "Eis que venho sem demora" (Ap. 22. 12).


Alan Brizotti toca subversão no Genizah


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2010/06/coisas-que-deus-nunca-prometeu.html#ixzz17oddlFI2
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O RIO DE JANEIRO DEBAIXO DA MALDIÇÃO DO CABOCLO COBRA CORAL

Meus amigos, por motivo de estar me preparando para mudar de residência para a cidade de Tefé, no médio Solimões, não tenho tido muito tempo disponível para as postagens no blog. Por isso, tenho contado com a ajuda de meus amigos, na publicação de seus artigos. Este artigo pertinente ao verdadeiro caos e desgoverno no Rio de Janeiro é um bom exemplo desses auxílios. Em breve estarei publicando postagens próprias. Conto com a compreensão de todos. Obrigado!

Pr Sérgio Aparecido Dias


Version in English: Rio and the Old West

COMO O RIO LIDA COM ASSASSINOS. COMO O VELHO OESTE LIDAVA COM ELES.

Julio Severo
Apesar do título, a cidade do Rio de Janeiro nada tem a ver com o Velho Oeste americano. Não que não houvesse violência no Velho Oeste. Havia, mas não tanto quanto se vê no Rio em pleno século XXI.
A injustiça que abunda no Rio não abundava no Velho Oeste. Tal qual no Rio, todos os criminosos do Velho Oeste portavam armas para seus crimes. Mas, muito diferente do Rio, no Velho Oeste TODOS portavam armas, de modo que para atacar o inocente, o criminoso precisava ser bastante astuto para não acabar liquidado.
Os criminosos do Rio atacam suas vítimas na confiança de que o Estado tenha feito seu trabalho sujo de desarmar a população, garantindo assim total insegurança para as vítimas e total segurança para os assassinos.
No Rio moderno, o assassino escapa muitas vezes impune. Para o criminoso do Velho Oeste, o Rio seria um lugar verdadeiramente maravilhoso, pois a impunidade que reina no Rio não reinava no Velho Oeste. O assassino americano era rapidamente julgado e enforcado. Quando fugia, era perseguido pelo xerife e cidadãos prontos para garantir que o assassino pagasse com sua vida a vida que ele tirou. Quando o criminoso fugia para lugar desconhecido, sua cabeça era colocada a prêmio, que significava que qualquer pessoa que o achasse ou matasse receberia um prêmio em dinheiro.
A ética de defesa pessoal para o cidadão e pena capital para os assassinos era no Velho Oeste sustentada nos princípios da Bíblia. A ética protestante (ou evangélica) governava majoritariamente a sociedade americana no século XIX. Os inocentes tinham a Bíblia numa mão e o revólver na outra.
No Rio, embora o número de evangélicos e cristãos seja enorme, não existe ética que influencie as leis a dar aos cidadãos o direito de se defender nem tire do criminoso sua existência de atividades assassinas. No Brasil em geral e no Rio em particular, na mão os inocentes só podem ter a Bíblia, ficando nas mãos de todos os assassinos os revólveres, fuzis, metralhadoras, etc.
No Velho Oeste, os criminosos eram enfrentados a bala pelos próprios cidadãos, que tinham seus rifles prontos para fazer feroz resistência ao crime.
No Rio, os cidadãos se escondem das balas quando conseguem. Quando não conseguem, são atingidos, até mesmo por balas perdidas.
No Velho Oeste, bastava apenas um assassinato para o criminoso — fosse adulto ou adolescente — ganhar forca. Não havia ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nem defensores dos direitos dos bandidos.
No Rio, os criminosos disputam quem mata mais, e assassinos adolescentes nunca ganham cadeia, tendo garantidos seus direitos pelo ECA de matarem quantos cidadãos quiserem. Aos 18 anos, o ECA lhes garante soltura da instituição de reabilitação, com ficha totalmente limpa, como se eles nunca tivessem matado uma mosca em toda a vida. É de estranhar então que no Rio haja muitos defensores dos direitos dos bandidos, fartamente pagos com dinheiro de impostos?
No Velho Oeste, o bandido tinha de pensar duas vezes antes de atacar um inocente, para não acabar ele próprio com uma bala no meio da testa.
No Rio, o bandido não precisa pensar, pois só suas vítimas acabam com uma bala no meio da testa.
No Velho Oeste, a forca era o destino certo do assassino.
No Rio, a morte é o destino das vítimas dos assassinos, que podem optar por forca, torturas e quaisquer outros sadismos que desejem aplicar às vítimas.
Entre o Velho Oeste e o Rio, eu preferiria o Velho Oeste. Lá pelo menos eu poderia me defender.
E tenho certeza de que ninguém do Velho Oeste escolheria o Rio, uma cidade verdadeiramente maravilhosa para todos os tipos de crimes.
O americano do Velho Oeste no Rio perderia automaticamente sua arma e seu direito de se defender e defender sua família, ficando completamente exposto aos criminosos muito bem armados. Se num caso de agressão criminosa contra sua vida ele por “infelicidade” conseguisse tirar do criminoso sua arma e o executasse, ele seria automaticamente condenado pelos grupos de direitos humanos, sempre prontos a castigar qualquer ação dos cidadãos que conseguem despachar um criminoso.
Há também as redes de televisão, que denunciam qualquer atitude indelicada contra os criminosos, garantindo assim a segurança e os “direitos humanos” deles.
No Velho Oeste, havia igualdade. O bandido andava armado e atirava. Mas todos os cidadãos também andavam armados. Eram criminosos armados contra cidadãos armados.
No Rio, a desigualdade é total. Para imensa alegria dos bandidos, só eles andam armados. São criminosos fortemente armados contra uma população fortemente desarmada, onde o assassino se sente como raposa a solta no galinheiro. Esse galinheiro se chama Rio. Esse galinheiro também se chama Brasil.
Enquanto os assassinos do Rio torturam e matam inocentes, a vítima que consegue retribuir dez por cento ao criminoso é condenada como violadora de direitos humanos. O Rio assim virou um inferno.
Se o Velho Oeste fosse como o Rio, seria um inferno para os inocentes, e um lugar maravilhoso para os assassinos.
Contudo, o Velho Oeste não era como o Rio, de modo que os caubóis diriam: Ainda bem que não estamos no Rio!
Por amor à justiça e aos inocentes, eu diria: Que pena que o Rio não é como o Velho Oeste!
Nota: Esse texto foi revisto por um amigo cujos antepassados viviam no Velho Oeste. Por gerações, sua família tem tido armas. Ele próprio teve um AK-47, mas como cristão ele me disse que não o usaria para se defender, mas para defender sua família e outros. Os cidadãos brasileiros não têm permissão de ter um AK-47 ou armas menos potentes. Contudo, os criminosos do Brasil têm armas muito mais potentes do que um AK-47!

domingo, 21 de novembro de 2010


MANIFESTO EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.facebook.com/l/d996dCySFR6ZPiNRmHSufXea4iw;www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.



Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

DEUS NÃO CUMPRE PROMESSAS?

DEUS NÃO CUMPRE PROMESSAS
Preletor: Pr. Franco


A maioria dos cristão não confia plenamente no Senhor
     Já aconteceu com você, de entregar um assunto nas mãos de Deus e não ver nada, absolutamente nada mudar ou melhorar?
     No entanto, a Bíblia diz:
     “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará” - Salmo 37.5.
     O que deu errado?
     Temos três possibilidades:
     1.  Houve algum problema com a “entrega”;
     2.  Houve algum problema com o “confiar”;
     3.  Deus não cumpre as suas promessas.
     1. PROBLEMAS COM A “ENTREGA”
     a) Entrega Aparente
     Muitas vezes nos aproximamos de Deus e, aparentemente, entregamos a Ele o nosso caminho; no entanto, no íntimo, nós retemos o problema.

     É semelhante aquela pessoa que vai a uma agência postal, compra um envelope, especifica o destinatário e o remetente de forma correta, fecha o envelope, e paga para que o correio faça uma entrega especial, registrada; porém, se esquece de colocar dentro do envelope os documentos que queria enviar. Fez “tudo certinho”, mas esqueceu o principal, o essencial.

     b) Entrega Parcial
     O verso bíblico não diz, entrega um caminho; nem diz para entregar parte do caminho. Ele diz: “Entrega teu caminho...”, todo o caminho; a vida; a questão inteira, com tudo que a rodeia:
      - A dívida, e toda a ansiedade e vergonha que vêm junto com ela.
      - O casamento, e toda a dor e sentimentos amargos que ele tem lhe causado.
      - A traição conjugal, e toda a raiva, o ódio e a humilhação que você tem experimentado.
      - O emprego, e todas as preocupações e estresses que ele lhe causa.
      - O desemprego, e todas as situações insustentáveis que ele lhe faz passar.
      - Aquele pecado, e toda a tristeza que ele tem lhe provocado.        
     c) Entrega Momentânea
     Muitas vezes entregamos o nosso caminho ao Senhor de forma real e completa, no entanto, tão logo saímos de sua presença, nós o pegamos de volta para resolve-lo à nossa maneira.
     Acho que Deus fica se perguntando: “Onde estão os problemas que meus filhos deixaram aqui no altar na hora do culto? Se eles pretendiam leva-los de volta, porque disseram que os estavam entregando para mim?”.
     Ao contrário desta atitude, podemos afirmar que as idéias bíblicas de “entrega” sempre são definitivas. Observe-as:
     -   O adversário entrega alguém ao juiz (Mateus 5.25), e o juiz o entrega ao meirinho para ser preso (Lucas 12.58);  

     -   Judas entregou Jesus;  
     -   Jesus foi entregue nas mãos dos homens (Mateus 17.22), aos principais sacerdotes e aos escribas (Mateus 20.18), aos gentios (Mateus 20.19), a Pilatos (Mateus 27.2), à sentença de morte (Lucas 24.20) e à crucificação (Mateus 26.2); 
     -   Jesus entregou seu espírito aos cuidados do Pai (João 19.30).
     2. PROBLEMAS COM O “CONFIAR”
     a) A Maioria Dos Cristãos Não Confia Em Deus
     Não tenho nenhuma dificuldade em afirmar que a maioria dos cristãos ainda não aprendeu a confiar plenamente em Deus. E eu me incluo entre eles. E o pior de tudo, é que esta nossa falta de confiança ofende a Deus! Como?

      Imagine que amanhã de manhã você tem que pagar uma dívida. Se você não a pagar, coisas muito ruins irão acontecer. Imagine, ainda, que você tem um amigo de infância que se deu bem na vida; tem dinheiro sobrando. Você telefona para ele. Explica a situação. Ele, prontamente, diz que vai lhe emprestar o dinheiro necessário. Bem, se este amigo é CONFIÁVEL, você irá dormir em paz; porém, se este seu amigo não é digno de confiança, é inconstante, “garganta”... Bem, neste caso, você continuará preocupado do mesmo jeito, não é mesmo?

     Agora transfira esta situação para o seu relacionamento com Deus. Você o procura, coloca seus problemas em suas mãos, mas, continua preocupado. O quê você está dizendo para Ele? Que Ele não é digno de confiança. Por isso eu digo que a maioria dos cristãos ainda não aprendeu a confiar plenamente em Deus e que esta nossa falta de confiança O ofende.

     E pensar que não há Deus maior, não há melhor, não há Deus tão grande quanto o nosso Deus. E, que Ele tem boas intenções para conosco.        
     b) Muitos Cristãos Querem Manipular Deus 
     Muitas pessoas colocam um determinado assunto nas mãos de Deus e ficam tentando manipular Deus, sugerindo como Ele deveria agir naquela situação. 
     Ficam “cobrando” de Deus uma atitude mais enérgica, um castigo severo, uma vingança exemplar, uma resposta rápida, etc.
     Em outras palavras, eles não confiam na sabedoria de Deus. Não confiam em Seus santos desígnios. Não confiam em Seu caráter.
     Se eu verdadeiramente entreguei meu caminho ao Senhor, devo esperar que Ele resolva as coisas do jeito Dele, e não do meu.
     Certa era a atitude do salmista: “Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor” (Salmo 40.1).
     3. DEUS NÃO CUMPRE AS SUAS PROMESSAS
    É verdade! Deus não cumpre as suas promessas CONDICIONAIS, enquanto o homem não faz a sua parte. Deus estabeleceu leis espirituais que devem ser respeitadas, e este verso bíblico nos revela uma delas: - Se queremos vê-lo atuando, temos que lhe entregar o nosso caminho e confiar nele. 

      SE, verdadeiramente, ENTREGARMOS nosso caminho ao Senhor. SE, verdadeiramente, CONFIARMOS nele (em Seu poder, caráter e intenções). Veremos Deus agir. Senão, não!

     Conclusão
     Deus cumprirá Suas promessas, a Seu modo, em Seu próprio tempo, somente após lhe entregarmos o nosso caminho de forma incondicional e confiarmos Nele de todo o nosso coração.
     Aleluia! Deus seja louvado.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010


MACACO OLHA O TEU RABO”
POR Alberto Couto Filho

"NÃO ACREDITO MAIS NO SILAS E DIGO O PORQUÊ"

Pior do que o ímpio é um pastor mutante. Eu queria entender como uma pessoa que se diz cristã, membro da Assembleia de Deus afirma que sua vida mudou depois que conheceu os falaciosos profetas da prosperidade, Morris Cerullo e Mike Murdock, finórios “filhos do mundo”, criadores respectivamente, de uma bíblia herética e de um dissimulado “Clube de Investimentos”, artifícios ardilosos empregados para aumentar a arrecadação da igreja onde ocorreu a mutação daquele pastor. Ele, também, não convocou plebiscito ou solicitou sugestão da membresia da igreja sobre o custo das bênçãos: R$ 900,00, R$ 610,00 pela bíblia e R$ 1000,00 como depósito mínimo para a compra de benações” para formar a carteira do Clube.
“”benações”” > bênçãos como títulos de renda variável

Na bíblia do senhor Silas não deve constar que ele não deveria ser enfatuado e que deveria perder a mania por questões e contendas de palavras das quais nascem: inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas” e altercações sem fim, por homens como o Cerullo e o Murdock, de mentes pervertidas e, mentirosos que são, valem-se da fé dos crédulos e ingênuos para obterem lucro. (1Tm 6:4,5).
O curioso é que há alguns anos atrás o pastor Silas, também, declarava peremptoriamente: “SOU CONTRA O AMOR PELO DINHEIRO!”
Ele pregava com a veemência que lhe é peculiar que o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores (1Tm 6:10). Àquela época nós o víamos, em fitas de vídeo, dando um “verdadeiro show” e respaldando, nas Sagradas Escrituras, todo o seu discurso sobre AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM VERDADEIRO PASTOR.
Esta fita de vídeo original, que o faz ficar nervoso e torna difícil a sua ideação, deveria ser exibida, sempre que ele protagonizar, como agora, o papel de “santarrão”.
Nessa fita ele mostra a desgraça e algumas coisas que aborrecem a Deus, acerca dos ricos: Não praticar o bem; Não praticar boas obras; Não ser generosos em dar; Não dividir a riqueza; Não estar pronto a repartir, além de abominar a força dos poderosos contra os indefesos (1Tm 6:18).

A candidata Marina lembrou-me Jesus em (Mt 17:24).
Pedro foi questionado por dois coletores de impostos: “...Não paga o vosso mestre as duas dracmas? Os fiscais referiam-se ao imposto para o templo, prescrito em (Ex 30:13).
Jesus sabia que, como filho de Deus e descendente de Davi, Ele não tinha a obrigação de pagar o tributo – Ele, por não ser um “estrangeiro” estava liberado da obrigação. E o que fez o Mestre? Explicou a Pedro esta condição, mas fez com que ele pescasse uma tilápia tendo à boca uma moeda de um estáter, que correspondia a quatro dracmas – o valor a ser pago por ambos.
A Bíblia, em todas as suas versões, menos na herética “Batalha Espiritual e Vitória Financeira”, comentada pelo aleivoso Cerullo, diz que Jesus, além de dar o exemplo, buscou evitar ofensas e não escandalizar os que esperavam por uma decisão entre as duas alternativas que se lhe apresentavam; a primeira; pensavam os coletores: Se Ele não pagar o tributo estará desrespeitando a Cesar; a segunda; imaginavam eles: Se Ele pagar estará sendo subserviente a Cesar e não será visto como o Rei e Libertador do povo.
Será que Jesus estaria, também, “jogando para a torcida”? Ele estaria em cima do muro, conforme o chulo linguajar daquele camaleônico pastor?

Paulo estava em cima do muro quando circuncidou Timóteo, filho de pai grego, por causa dos judeus? (At 16:3)
         
O apóstolo dos gentios, quando escreveu ao Romanos: “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tornai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão” (Rm 14:13) – estaria sobre o muro ou buscando aplausos da torcida
O pastor mutante está interessado na “sua comida” que, decididamente, não é “o ser contrário ao aborto” e sim, a ameaça de ver seus planos frustrados quanto à sua presença na mídia televisiva. Não venham me dizer que ele desconhece as intenções demoníacas do vice da Dilma – muito menos de satanás, o seu mentor.
Prossigamos sempre embasados na Bíblia Sagrada:
Quando ele entristece não só a candidata Marina, mas ao povo de Deus, está demonstrando, para nós cristãos, não estar andando segundo o amor fraternal. Por causa da “sua comida” ele não deveria fazer perecer aquela a favor de quem Cristo morreu (Rm 14:15).

Professar a energumênica teologia da prosperidade fê-lo esquecer que o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Se ele não está servindo a Cristo deste modo, não está agradando a Deus e está sendo reprovado pelos homens (Rm 14:17,18)
Maldosamente, ele manifesta a sua intenção de destruir a obra de Deus por causa da comida, esquecendo, também, que todas as coisas, na verdade, são limpas, mas é mau para o homem o comer com escândalo (Rm 14:20)
É bom que ele não coma carne, nem beba vinho; nem faça qualquer outra coisa com que sua irmã venha a tropeçar ou se ofender ou se enfraquecer (Rm 14:21)
Esta fé que ele diz ter que a tenha para ele mesmo perante Deus. O senhor Silas parece não saber mais que bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova e que aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado (Rm 14:22,23).

Diz o senhor Silas que o povo brasileiro não tem todas as informações necessárias para decidir esta questão de maneira isenta, referindo-se ao aborto.
Da mesma forma, pensamos nós, ferrenhos opositores à esfolação sofrida pelos incautos membros das igrejas que professam a nefasta teologia da prosperidade, vantajosa apenas para os seus líderes: O povo brasileiro não tem, também, todas as informações necessárias para opinar sobre esta “picaretagem”, este cancro que tem a seu favor a mídia televisiva dos mega-pastores que “jogam pesado” para influenciar seus prosélitos.

Cultivar uma vida cristã significa ser radical. Radical contra o pecado, contra esse sistema mundano dirigido pelo diabo, diz o camaleônico senhor Silas, trazendo-me à lembrança aquele provérbio português: “Macaco não enxerga o seu rabo, mas enxerga o da cutia” ou um bem conhecido do brasileiro: “Macaco olha o teu rabo!”
A palavra do pastor Silas, como cristão radical, teria de ser apenas isto: “SOU CONTRA O AMOR PELO DINHEIRO”.
Ele deve estar imaginando que sua resposta aos candidatos petistas, o seu manifesto e os outdoors que estão sendo espalhados pela cidade vão encobrir a “sua cara” de teólogo da prosperidade. Ele, para nos convencer terá de se posicionar, publicamente, contra seu credo atual, que é o dinheiro quando, publicamente, substituiu Deus por Mamon.

Dizem muitos comentaristas que estão sentindo o fedor de mais uma das suas peripécias.
O que ele estará tramando?
Ele perdeu o meu respeito e, como tenho várias opções, fico com os pastores íntegros e fieis que não falseiam ou deturpam a Palavra, com a finalidade de satisfazer as suas necessidades pessoais e digo, de forma categórica, que votarei em Marina.

Em tempo – Singularidades
A quem interessar possa.
Nome Científico: Chamaeleo chamaeleon
Família: Chamaeleontidae
Subordem: Sauria
Ordem: Squamata
Classe: Reptília
Nome Popular: CAMALEÃO
O camaleão é um réptil conhecido por mudar a sua cor para se adaptar a um ambiente ou a uma situação. Esta estratégia o ajuda a se proteger de potenciais predadores e passar desapercebido por eles.
Além desta característica, possui a capacidade de movimentar os dois olhos independentemente e também de enrolar a cauda para se agarrar.

sábado, 25 de setembro de 2010

PROJETO DE LEI PARA PROIBIR

O ENSINO DA BÍBLIA NO BRASIL! 


· Publicado por D'Artagnan ... em 2 setembro 2010 às 14:59

· em Espaço Cristiane Cardoso





Gustavo Miranda/O Globo

O ministro Tarso Genro discursa durante o lançamento da Conferência GLS

Ministro da justiça do Brasil e aliados de Dilma Rousseff

militam a favor do PL 122/06 e do PNDH-3!



O Brasil, país conhecido em todo o mundo por sua tolerância e respeito às diferenças raciais, religiosas e étnicas, entre outras, encontra-se hoje diante de uma flagrante ameaça à liberdade de expressão e culto.
Dois projetos de lei que se propõem a evitar o preconceito, também possuem regras para silenciar e censurar a pregação da Bíblia Sagrada. E sem que a maioria da população se dê conta disso, estão seguindo o trâmite de aprovação no Congresso Nacional.

Um deles está no Senado, prestes a se tornar lei (PL 122/06) e outro com o mesmo teor está na Câmara dos Dep***dos (PL 6418/2005).
Em breve poderemos assistir pastores sendo presos por pregarem o Evangelho, como em muitos países da África, e pais perdendo a guarda dos filhos por transmitirem a sua convicção religiosa, como ocorre em localidades do Oriente Médio.
Casos como na China e na Coréia do Norte, onde pastores são presos por distribuírem Bíblias, podem se tornar comuns.

Crime de opinião religiosa
Uma leitura mais apurada no texto do PL 122/06 – que prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos h***ssexuais – revela que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações de correntes doutrinárias.

O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. Confira os principais pontos do projeto aqui. O governo é favorável à criação desta nova lei e seu posicionamento está claramente expresso no programa “Brasil Sem H***fobia” (leia mais).

Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, ainda prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra h***ssexuais, sejam impressos ou verbais.
No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.

aos ofertantes

A ameaça torna-se ainda mais gritante ao atingir os próprios crentes brasileiros, que são os principais financiadores de missões, igrejas e programas nos meios de comunicação de massa que se propõem a pregar o Evangelho de Cristo.

Isso porque, pelo que está previsto no PL 6418/2005, quem financia, patrocina ou presta assistência a qualquer um que “transgredir essa lei”, ou seja, que pregar qualquer ponto que desagrade a um h***ssexual, poderá ser condenado a uma pena de dois a cinco anos de prisão.
Como cristãos, ou seja, como defensores do amor ao próximo pregado por Jesus Cristo, não aceitamos que qualquer pessoa, seja h***ssexual ou não, sofra atos de violência, seja proibida de permanecer em locais públicos ou tenha seus direitos civis violados – pontos que estão servindo de justificativa para os que defendem tais projetos.

Só não podemos permitir a invasão de um direito assegurado na Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença”.
Por isso, diante desta séria ameaça aos direitos religiosos de todos nós, cidadãos cristãos, principalmente aos evangélicos, cresce a demanda por uma intensa mobilização por parte de todos aqueles que, independentemente de aprovarem ou não a conduta h***ssexual, desejam garantir o direito de livre expressão de suas opiniões e convicções, sejam elas contrárias ou não ao h***ssexualismo.

Esta mobilização, além de ser expressa em orações e jejuns, deve ser acompanhada de uma dinâmica prática, sob diferentes formas, tais como:

1. Envie seu protesto para os senadores e dep***dos envolvidos na aprovação destas Leis... (veja listagem de alguns deles aqui) por meio de cartas, telefonemas, fax e emails;

2. Participe de abaixo-assinados que expressem o descontentamento com estes projetos de lei e assegure que eles sejam entregues às autoridades;

3. Entre em contato com o parlamentar em quem votou e chame a atenção dele à questão;

4. Repasse estas informações sobre a ameaça que estas leis trarão à liberdade de expressão e culto no Brasil a TODOS os seus conhecidos. Utilize seu mailing pessoal e os meios de comunicação de sua igreja.

Nossa tão propagandeada liberdade religiosa pode estar com os dias contados. E não é apenas o cristianismo que está correndo o risco de ser censurado. O islamismo e o judaísmo também, pois todas tratam do assunto em seus livros sagrados.
Portanto, o que está em questão não é o h***ssexualismo em si e sim a criação de um crime de expressão e opinião religiosa.




fonte: http://www.portasabertas.org.br/liberdadereligiosa/default.asp



OS CRISTÃOS VERDADEIROS ESTÃO ENTRE AS ÚNICAS PESSOAS QUE NÃO DISCRIMINAM, REJEITAM, INTIMIDAM OU OFENDEM SEU PRÓXIMO, INDEPENDENTE DE SUAS PREFERÊNCIAS, PELO CONTRÁRIO, O AMA INCONDICIONALMENTE ASSIM COMO O SENHOR JESUS NOS AMOU. COMO PODEREMOS LEVAR ESTAS ALMAS PARA OS CÉUS SE FORMOS PROÍBIDOS DE LER A BÍBLIA?!








sexta-feira, 17 de setembro de 2010


NOTA DE FALECIMENTO



Faleceu, na Igreja dos negligentes e frios na fé, dona "Reunião de Oração", que já estava enferma desde os primeiros séculos da era cristã.
Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado.
Os médicos constataram que sua doença foi motivada pela "frieza de coração", devido a falta de circulação do "sangue da fé". Constataram ainda: "dureza de joelhos" - não dobravam mais - "fraqueza de ânimo" e muita falta de boa vontade.
Foi medicada, mas erroneamente, pois lhe deram grande dose de "administração de empresa", mudando-lhe o regime; o xarope de reuniões sociais" sufocou-a; deram-lhe "injeções de competições esportivas", o que provocou má circulação nas amizades, trazendo ainda os males da carne: rivalidades, ciúmes, principalmente entre os jovens.
Administraram-lhe muitos "acampamentos", e comprimidos de "clube de campo".
Até cápsulas de "gincana" lhe deram pra tomar!
RESULTADO: Morreu Dona "Reunião de Oração"!
A autópsia revelou: falta de alimentação, como "pão da vida", carência de "água viva", e ausência de vida espiritual.
Em sua memória, a Igreja dos negligentes, situada na Rua do Mundanismo, número 666, estará fechada nos cultos de 3as e 5as Feiras; aos domingos, haverá Culto ou escola dominical, só pela manhã, assim mesmo quando não houver dias feriados, emendando o lazer de Sexta a Segunda e vigília nem pensar.
Agora, uma pergunta:
SERÁ QUE O LEITOR NÃO AJUDOU A MATAR A DONA "REUNIÃO DE ORAÇÃO"?
Fonte: email recebido do Pr. Enéas Alexandrino
Soli Deo Gloria
Pr. Luiz Fernando R. de Souza

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Testemunhas de Jeová marcam nova data para o “Fim do Mundo”: 2034
Postado por padom de setembro 8, 2009

A Torre de Vigia  passou todos os limites de bom senso, senso crítico e discordância da Palavra de Deus. Soube com bastante atraso que os líderes desse grupo resolveram acabar com o mundo no ano de 2034, conforme revista A Sentinela, de 15.12.2003, página 15, parágrafos 6 e 7.
Como todos já sabem, a Torre marcou o fim de todos os sistemas mundiais, notadamente do Cristianismo e de todos os
 cristãos para os seguintes anos: 1914, 1918, 1920, 1925, 1975 e, agora, 2034. A cada profecia não cumprida, esses líderes assinam o próprio atestado de inidoneidade teológica. Isto é, estão despreparados para entender as Escrituras e para ensino.

O novo cálculo para chegar ao ano 2034 é dos mais prosaicos e até hilariantes. Vejam: 1914, somado a 120 de pregação antes do dilúvio (?) resulta no ano de 2034. A liderança do grupo continua com a obsessão por 1914, ano em que Jesus teria vindo de forma invisível. Onde foram buscar essa data? Chegaram a um ponto em que não podem voltar. O único remédio é continuar sustentando o insustentável.

Considero uma falta de respeito com os fiéis seguidores da Torre, já tão massacrados com previsões que nunca se cumprem e com proibições as mais estapafúrdias e antibíblicas.
Já sabemos o que dirão em 2035, quando a profecia não se cumprir. Dirão que seus seguidores compreenderam mal a cronologia bíblica; que não era uma realidade, mas uma possibilidade; que uma nova luz raiou no canal de Jeová; que as testemunhas não precisam ficar desiludidas; que continuem na Torre, a única detentora da verdade. Passados alguns anos, um novo cálculo, uma nova luz, uma nova mentira.

Cito apenas um versículo para desmascarar tais falsos mestres:
“Acerca daquele dia e daquela hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente o Pai” (Mt 24.36 – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas).

Os falsos profetas não respeitam nem a versão bíblica por eles adotada. Não respeitam nada. Não aceitam de seus vassalos qualquer questionamento. Pairam acima de qualquer suspeita. Ameaçam com exclusão os que duvidarem, e continuam dando sustentação a mentira de que são o canal entre Jeová e oshomens. Jesus tem uma palavra para eles:
“Vós tendes por pai o diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque ele é mentiroso e pai da mentira” (Mt 8.44).

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa, Ministério Palavra da Verdade

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

SE COÇAR, COCE-SE SÓ

CRÔNICA DE:  Sérgio Aparecido Dias
    (...e de quem mais poderia ser?)

 
            Como diz o ditado, “cada qual sabe onde lhe aperta o sapato” (ou “onde o sapato lhe aperta”, dá no mesmo!), não é verdade?  Pois é, vai daí que eu resolvi utilizar o referido ditado como mote (“momote” causa um cacófato meio desagradável, melhor dizer: “tema”) para essa crônica.  Ainda não sei bem quais seriam as aplicações em que se caberia usá-lo, mas vamos em frente que eu acabo descobrindo. Meus neurônios costumam pegar “no tranco” mesmo, já estou acostumado!   Pois então, vamos lá.

            Como eu me coçaria se fosse o governador Arruda? Pergunta por demais profunda e de difícil resposta, uma vez que o dito cujo já tem nome de planta que esconjura mau olhado e espanta capeta.  Mas que também atrai boa sorte e, dizem, muito dinheiro. Deve ser verdade, a julgar pela enxurrada de notas de cem e de cinqüenta que acabaram caindo no seu colo nesses últimos meses. O Arrudão se esbaldou, deitou e rolou na grana preta, se acabando de prazer e gozo!

            Mas é aí que a porca torce o rabo, meu amigo! Tanto dinheiro assim não cai do céu. E já vai longe o tempo em que se podia dizer: “Deus me ajudou e eu ganhei dinheiro na loteria”! Ou então afirmar e jurar: “esse dinheiro não é meu, não sei quem colocou em minha conta; só sei que não é meu!!!” Ou ainda: “é uns trocadinhos da minha mulher, para fazer compras em Miami!” Esses truques não funcionam mais.

            E o Arruda se ferrou direitinho. Com direito a escutas telefônicas, gravação e filmagens, tudo ao vivo e em cores! O Brasil inteiro viu. E a Internet espalhou pelo mundo. E de tal modo, que nem os pais-de-santo aceitam mais fazer “simpatias” com ramos de arruda. A arruda não cheira mais, mas exala uma fedentina que ninguém agüenta!  Que o Arruda dê o seu jeito pra se coçar. E que seja bem criativo e super contorcionista, porque a coisa “tá braba”! (onde é mesmo que eu coloco o ponto de exclamação , hein?). Deixa pra lá, essa coceira é minha, eu me viro!

            E nessa questão dermatológica, teve neguinho que entrou de gaiato. Pelo menos é o que afirma o deputado “evangélico” Junior Brunelli, filho do Missionário Doriel de Oliveira, fundador da Casa da Bênção, com sede em Brasília — orando juntamente com outro Dep. Distrital, Leonardo Prudente, também evangélico, membro da Igreja  Sara a Nossa Terra, por Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais e delator da investigação “Caixa de Pandora”, que investiga o escândalo de Arruda.


             Mas a tal “reza” deu com os burros n’água. Tudo foi filmado e gravado. Todos puderam ouvir, em alto e bom som, o pedido feito a Deus para que livrasse o Duduca de todos os seus “perseguidores” (incluindo aí a Polícia Federal), agradecendo também pela assistência dele em termos de “ajuda” prestada (mais um eufemismo para propina e maracutaia), lembrando a Deus que abençoasse o “nosso irmão”! Ao fim da “reza”, os três se abraçaram, e o Duduca soltou um: “mas que pancada, hein?” Ele nem fazia idéia do tamanho e da intensidade da pancada que iria tomar. Todos eles, aliás!

            E assim se deu, pois a “oração” foi ouvida sim, mas ao contrário. Os “perseguidores’ e “agentes do mal” caíram de pau pra cima dos “irmãos” e botaram pra quebrar. “Ué...mas Deus não ouviu a gente?” – devem ter pensado os “oradores”. Ouviu sim, mas, como Deus às vezes tem um senso de humor que desagrada certos tipos de “adoradores”, o caldo quente entornou na cabeça deles. Mais ou menos o que acontece quando algum “adorador” mais afoito pede que Deus lhe dê “a paciência de Jó”. O irmãozinho se sente nas nuvens, a Igreja lhe dedica  o maior respeito, o seu fã-clube se enche de orgulho: nosso líder desafia as forças do mal e pede a Deus a porção dobrada do espírito de Jó, para enfrentar as adversidades!

            Dali a alguns dias o “novo Jó” se vê mergulhado na mais profunda luta e num verdadeiro mar de angústias e tribulações. E resolve reclamar: “mas meu Deus, o que é que eu fiz pra merecer tudo isso? Livra-me Senhor! !! Tem misericórdia de mim! Eu sou teu servo! ! !” E Deus responde: “mas não foi você mesmo que pediu isso? Como quer a paciência de Jó, sem passar por tudo que ele passou? Além disso, eu estou apenas começando a responder a tua oração, vem muito mais por aí!”

            E toma-lhe pancada e pé d’ouvido! E se Deus age assim com seus servos, quanto mais com aqueles que se fazem passar por servos de Deus, mas são autênticos “sugadores de promessas” e usurpadores dos direitos alheios? Que ninguém se engane: cada qual coçará a sua própria sarna! E quem procura sarnas extras para se coçar, com certeza as encontrará! Logicamente que devemos ajudar aos irmãos em dificuldades e lutas, pois a Palavra de Deus nos manda “levar as cargas uns dos outros”. Mais ou menos como: “coçai-vos uns aos outros”. Tudo bem. Mas tem certas coceiras bem particulares, pessoais e intransferíveis. Essas, nós mesmos devemos coçar.

            Sem muito estardalhaço, sem reclamações e sem lamúrias. Especialmente aquelas coceiras que nós mesmos procuramos, apesar de advertidos pela Palavra de Deus quanto aos perigos da tomada de certas decisões. E que nos sirvam de preciosas lições, todos os revezes, as tribulações, angústias, lutas e pancadas. Na verdade, são essas coisas que nos fazem crescer, quando admitimos o erro e aceitamos a disciplina e a correção que vêm de Deus, com o propósito de nos repreender e nos corrigir. E se alguns dos envolvidos nesse triste episódio pertencem à família de Deus, que recebam do supremo pastor o consolo da “vara” e do “cajado”, e aprendam a servir a Deus de modo digno.


F I M