quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Um só Deus. E uma só condenação.

Publicado por Paulo Teixeira em 30 Setembro, 2009
Família Valadão de Maria
Irmãos Valadão de Maria
“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei,serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso”. (2C 6.14-18)
Na última semana foi realizado em minha cidade o show “Um só Deus”, com André Valadão, cantor “Gospel” muito conhecido no meio evangélico, e a banda católica rosa de saron.
Como a bíblia adverte, muitos crentes nominais correram para o tal show, que de fato esteve lotado e foi um tremendo sucesso. Um show que prega o amor, a união, a amizade, os mais elevados preceitos bíblicos. Um amor falso. Uma amizade interesseira. Uma união infeliz, que nega a Verdade.
O título do show, e o bordão que usam para divulgá-lo: “O que nos une é maior do que o que nos separa”, são os artifícios de que se servem para justificação do show. O que pode ser esse algo que “nos une”, para ser maior do que o DEUS que nos separa? Antes que os “irmãos”, separados ou não, venham desvirtuar o que de fato houve, tentando justificar o injustificável, vejamos o que disse o próprio cantor gospel, através do post em seu blog, que pode ser conferido neste link. Abaixo, dividido em blocos, o texto na íntegra:
“Milhares de pessoas se reuniram para adorarem a Deus em Goiânia, todos praticamente fazendo algo que nunca fizeram. Saindo das 4 paredes da igreja e entrando em “unidade” para adorarem a Deus.”
Aqui, deixamos que a Palavra de Deus responda: “Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?”.
“Sem a motivação de levantarem bandeiras religiosas ou placas de denominações. Tudo foi feito para levar a benção, o nome de Cristo e o fluir do Espírito Santo naquele lugar.”
Guardar o Evangelho é uma bandeira religiosa? Defender a mensagem da cruz é uma bandeira religiosa? Seguir a Palavra de Deus é uma bandeira religiosa? Porque essas são as minhas bandeiras. Essas são as bandeiras do povo de Deus. E que “espírito” é esse? O Espírito Santo de Deus, o Consolador enviado ao mundo por nosso Senhor Jesus Cristo, por certo que poderia se manifestar mesmo num lugar onde se concentram pecadores, visto que como uma das pessoas da Trindade o Espírito Santo tem personalidade e vontade próprias. Isto não implica necessariamente na salvação dos que estavam naquele lugar. Mesmo assim, não é condizente com as Escrituras nem com a Santidade de Deus que seu Espírito se manifeste para abençoar um ritual pagão. E este show É um ritual pagão. Basta verificar que nos comentários do mesmo post do cantor que se diz “evangélico”, uma moça relata que se sentiu “desconfortável” quando a banda católica tocou “ave maria.” Neste ponto percebemos, com grande pesar, o quanto cresce o número de cristãos meramente nominais nos nossos dias. Nenhum dos outros “evangélicos” presentes ao circo se mostrou incomodado.
“Nossa geração sem dúvida alguma esta sendo marcada por um tempo novo, diferente de tudo que já se viu. São milhares de pessoas que estão se unindo por um mundo melhor, por vidas salvas, perdoadas e que podem reviver, renascer, desfrutar da benção de Deus”
Sim, desta vez, uma declaração totalmente compatível com a Bíblia. Este é o tempo predito por Jesus em que até mesmo os próprios eleitos seriam enganados. Nunca a apostasia se mostrou tão poderosa e tão disseminada no meio do povo que se diz cristão.
“Tanto eu quanto o Grupo Rosa de Saron nos unimos esta noite em Goiânia para proclamarmos isso: O que nos une é muito maior do que aquilo que nos separa, nossa fé pode gerar em nós amizade, maturidade e comunhão.”
Aqui, mais uma vez, o que nos separa é Deus! Negar as diferenças irreconciliáveis entre os cristãos e os católicos é negar a infalibilidade das Escrituras. É negar a Palavra de Deus. Qualquer um com um mínimo de conhecimento bíblico, sabe que não há absolutamente NADA que nos une. E há um Deus, que criou todas as coisas, e que um dia nos julgará a todos, que nos quer separados de toda a idolatria, de toda a perversão, de toda a mentira. Tal amizade, somente serve aos propósitos da seita romana. Ao ecumenismo que nada mais é do que ledo engano. Como eu disse no comentário ao post do blog do cantor em apreço – que, justiça seja feita, foi mais digno que sua irmã, que jamais permite que apareça algum comentário em seu blog que a critique, simplesmente excluindo tudo que não lhe agrada – que Deus seja misericordioso dos que servem de pedra de tropeço para os pequenos na fé. “Ou que comunhão, da luz com as trevas?”
“Nós evangélicos não somos perfeitos, os católicos também não. Somente Cristo é perfeito e nEle reside toda a plenitude, o próprio Apóstolo Paulo escreveu dizendo: DEle, por Ele e para Ele são todas as coisas.”
Com certeza, “nós evangélicos”, não somos perfeitos. Porque somos humanos, pecadores, dependentes da Graça de Deus. Mas em meio a nossos erros colossalmente humanos e nossas incontáveis falhas, buscamos atingir a perfeição enquanto seguimos a Deus exatamente como o mesmo Paulo aconselhou. Diferente daqueles que não conseguem se libertar de seus dogmas seculares, adorando a mortos e deles esperando intercessão, numa prática herética que invalida o poder sangue do nosso Senhor derramado na Cruz do Calvário. Diferente daqueles que apregoam os “milagres” e “graças” alcançados por outros seres humanos que como cada um de nós após a morte esperam pela segunda vinda de Jesus, e como estão mortos,não podem socorrer aos aflitos e nem interceder pelos que clamam ao Senhor. Existe apenas UM intercessor entre Deus e os homens, Cristo Jesus. E Deus não divide a sua glória com ninguém. Sim, dEle, por Ele, e pra Ele, não para Maria, nem para o papa, nem para os “santos” e “beatos”.
“O que houve neste encontro foi mais uma marca da Igreja do Senhor envergonhando o inimigo e declarando que somos mais do que vencedores em Deus. Obrigado a todo o povo de Goiânia, Brasília, Anápolis que vieram nos prestigiar nesta noite inesquecível para todos nós.”
Não, o que houve neste circo horrendo foi mais uma prova de que o fim dos tempos está chegando. Foi mais uma confirmação da verdade proferida pelo Senhor, quando nos advertiu de que falsas pregações, falsos cristos e falsos profetas viriam pregando doutrinas estranhas à Palavra de Deus. Na verdade, a única vencedora foi a seita romana, que logrou mais um tento em sua luta secular por invalidar a reforma promovida por Lutero. Os mesmos católicos de quem tanto se orgulha o cantor dito “evangélico”, são os que JAMAIS sequer cogitaram abandonar as heresias combatidas pelas 95 teses que Lutero fixou na porta da igreja de Wittenberg na Alemanha. Aqui mesmo nesta cidade, de janeiro a julho deste ano, a seita católica oferecia a “indulgência” aos seus “fiéis”. Justamente a prática vergonhosa de substituir o sacrifício vicário de nosso Senhor, pela “salvação” oferecida pelos romanos.
Esta noite de fato foi inesquecível, pois foi mais uma noite em que o tal cantor e seus fãs/seguidores pisaram no sangue dos mártires protestantes, vítimas da “santa” Inquisição romana.
Nunca uma igreja genuinamente protestante e/ou evangélica poderá sustentar as doutrinas bíblicas em uma mão e na outra segurar as mãos da seita católica romana e suas doutrinas heréticas. Isso é confusão, e Deus não é Deus de confusão!
Ante tão aterradora visão de estúpida confusão e de popular bestialidade, resta-nos pregar o Evangelho e aguardar com fervor ainda mais intenso a volta de Nosso Senhor Jesus Cristo, o único que de fato pode salvar, e que tem autoridade e poder para desfazer toda obra de engano. O único que pode trazer luz e redenção ao mundo.

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